"Somos todos viajantes de uma jornada cósmica - poeira de estrelas, girando e dançando nos torvelinhos e redemoinhos do infinito. A vida é eterna. Mas suas expressões são efêmeras, momentâneas, transitórias. " Deepak Chopra

domingo, 25 de agosto de 2013

Glandula Pineal e Espiritualidade



A glândula Pineal é aproximadamente do tamanho de uma ervilha, estando situada no centro do cérebro em uma pequena concavidade atrás e acima da glândula pituitária, a qual se localiza um pouco atrás da base da raiz do nariz. A Pineal está localizada diretamente atrás dos olhos, conectada ao terceiro ventrículo.


A verdadeira função dessa glândula misteriosa tem sido observada há longa data por filósofos e místicos. Freqüentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”. Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec? 
Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa  dimensão 3D.

Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo & Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretor presidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.

Fale um pouco sobre seu trabalho à frente da AMESP e do Instituto Pineal Mind:
A AMESP é uma associação de utilidade pública que reúne médicos dedicados ao estudo da relação entre a medicina e a espiritualidade. O Pineal Mind é minha clínica, um instituto de saúde mental, onde fazemos pesquisas e atendemos psicoses, síndromes cerebro-vasculares, ansiedades, depressão, psicoses infantis, uso de drogas e álcool. Temos um setor de psiconcologia (psicologia aplicada ao câncer) e estudamos também os aspectos psicossomáticos ligados à cardiologia, etc. Agora, particularmente nas pesquisas comportamentais, eu estudo os estados de transe e a mediunidade. Mas não pesquiso só a glândula pineal; ela é o que eu pesquiso no cérebro, interessado em entender a relação entre corpo e espírito.

O que é psicobiofísica?
É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente – aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico.

Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal?
Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada.
No relato do Espírito André Luiz, através da psicografia de Chico_Xavier ocorrida em 1943, no livro Missionários da Luz , o orientador Alexandre faz as seguintes considerações: “… analisemos a epífise como glândula da vida espiritual do homem. Segregando energias psíquicas, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema_endócrino. Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo_vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças_subconscientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos…”.
Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal. Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo.

O que é a glândula píneal, onde está localizada e qual a sua função no organismo?
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: “Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?” Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada á consciência?
Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida?
Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a mediunidade é uma função humana.

A pineal pode ser estimulada com a entoação de mantras, como pregam os místicos?
A Glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica.
Entrevista feita por:  Paula Calloni – jornalista

           

domingo, 18 de agosto de 2013

Surto Psicótico ou Possessão?



Hoje eu me dei uma tarefa difícil.
Abordar a possessão versus a doença mental que explode em um surto psicótico não é tarefa fácil, mesmo para mim que escrevo há anos sobre transe e possessão, mesmo sendo médica há 14 anos. 
Conviver com alguém que desde  nascimento apresentava comportamento normal, aceitável e tranquilo, e de repente se deparar com o horror provocado por ele, toda a violência, toda a agressividade comparável aos filmes de terror vendidos por Hollywood, é assustador. 
Para a  maioria, a perplexidade atordoa. E logo após, o desejo de culpar alguém ou algo se segue. Obviamente, o primeiro ato é buscar culpados, e diante do inexplicável, sem culpados, culpar o invisível é o segundo passo.
A rigidez de valores morais, o afastamento do afeto, carinho e respeito familiares. A sucessão de erros, somados à turbulência mental provocada pela contundência dos sentimentos contraditórios. Tudo isso, transformou-se em campo fértil para o desequilíbrio.  E a tal genética, que fica à espreita a vida toda, aguardando apenas o “gatilho” necessário para determinar a mudança irreparável...
Esse menino agora percorrerá um longo caminho, de ida ou de volta, isso só o tempo poderá dizer. Medicamentos serão necessários para a vida toda. O estrago provocado jamais será reparado. A dor jamais curada, as feridas jamais fechadas. É o preço pago pela dureza dos corações, pela rigidez de valores, pela falta de amor. Amor que cura, que seda, que alivia as dores. Amor que modifica os destinos, e que impede a genética de se manifestar. E mesmo quando manifestada, dá força para a caminhada inevitável.
É mais fácil culpar o invisível, e se isentar da responsabilidade.
Se foi possessão, como foi que isso se deu? Como pode chegar a tamanho desequilíbrio espiritual? 
A mediunidade não se “instala” subitamente. Ela é um processo natural, que acompanha o médium desde o nascimento. O médium já nasce feito, esse é um jargão na Umbanda. 
Existem pessoas sensíveis ao plano espiritual, mas que não são consideradas médiuns. São ainda aquelas que precisam de cuidados, pois estão em desequilíbrio emocional. Não são aptas ao intercâmbio com os planos espirituais, pois não estão preparadas para isso. Tudo que percebem e que sentem pode torná-las doentes se não forem tratadas a tempo. Podendo chegar ao máximo da Obssessão e Subjugação por seres dos planos astrais inferiores, e daí por diante... 
Ter percepção não quer dizer ser médium. Desequilíbrio não quer dizer mediunidade. 
Mediunidade é um faculdade para poucos. Quem vem com essa tarefa traz consigo todo um suporte mental, físico e espiritual para isso. Seu compromisso é respaldado, avalizado por seres espirituais de grande responsabilidade, e que acompanham o médium durante toda a vida. Portanto, o médium de lei e de direito não incorpora qualquer espírito que passe por ele. A incorporação do médium de lei e de direito se dá em condições bastante específicas, dentro dos templos, centros ou terreiros, para cumprir determinada função e trabalho, e logo depois, estes seres iluminados se retiram, deixando no médium grande paz e alegria. Essa é a mediunidade na Umbanda. E é assim no Espiritismo e em qualquer outra religião que utiliza dos estados alterados/superiores de consciência.

Culpar a mediunidade por atos que deveriam se enquadrar dentro da classificação de surto psicótico, é no mínimo desconhecer a real função da mediunidade.


Psicopatas:



Transtorno Personalidade Borderline (limítrofe):

http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=184

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

440 Hz - Manipulando o comportamento humano


A maior parte da música mundial é afinada em 440Hz desde que a International Standards Organization (ISO) aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração – oscilação natural do universo indicam que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamente anti-social na consciência dos seres humanos.
A=432Hz, conhecido como Lá de Verdi é uma afinação alternativa que é matematicamente consistente com o universo. Músicas baseada em 432Hz transmitem energia de cura benéfica, porque é um tom puro de matemática fundamental da natureza.
Há uma teoria que diz que a mudança de 432Hz para 440Hz foi ditada pelo ministro de propaganda nazista, Joseph Goebbels. Ele usou-a para fazer com que as pessoas pensassem e sentissem de uma certa maneira, e para fazê-los prisioneiros de uma certa consciência. Então, por volta de 1940, os Estados Unidos introduziram mundialmente o 440Hz, e finalmente em 1953, tornou-se o padrão pela ISO.
440Hz é o padrão antinatural de afinação, removido da simetria das vibrações sagradas e harmônicas, que tem declarado guerra ao subconsciente do homem do ocidental.
Em um manuscrito intitulado “Musical Cult Control” (Controle de culto musical), Dr. Leonard Horowitz escreveu: “A indústria da música tem essa frequência imposta que é “pastorear” populações para uma maior agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional que predispõe as pessoas as doenças físicas”.
Você apenas tem que ir até a rua e olhar ao redor. O que você vê? Crianças da escola, jovens indo para o trabalho, uma mulher com seu bebê na praça, um homem com o seu cachorro – e o que eles tem em comum? IPods e MP3 Players! Engenhoso, não é?

“Se você quer encontrar os segredos do universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.” – Nikola Tesla

Os poderes que estão com sucesso reduzindo as vibrações, não só das jovens gerações, mas também de todos nós também. Estas frequências destrutivas arrastam os pensamentos para a interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, elas também estimulam o órgão controlador do corpo – o cérebro – para a ressonância desarmônica, que em última análise cria a doença e a guerra.


A diferença entre 432Hz e 440Hz. Ouça e entenda!


Frequência e vibração detêm um poder extremamente importante, ainda escondido, para afetar as nossas vidas, nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics (ou seja, o estudo do som visível e vibração) prova que frequência e vibração são as chaves mestras e fundação organizacional para a criação de toda a matéria e da vida neste planeta.
Quando as ondas sonoras se movem através de um meio físico (areia, água, ar, etc), a frequência das ondas tem um efeito direto sobre as estruturas que são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.

Para entender melhor o poder da frequência sonora, assista o vídeo abaixo.


“Se alguém deseja conhecer se o reino é bem governado, se sua moral é boa ou ruim, a qualidade de sua música irá fornecer a resposta” - Confúcio

A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente retirados dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final pode ser a intoxicação psíquica da mente em massa da humanidade.
Como o documentário Kymatica diz, a redescoberta do conhecimento da ciência do som mostra que o som é algo mais do que meros sinais vibratórios, não só o som interagi com a vida, mas sustenta-a e desenvolve-a. Ele atua como um canal de intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras.

Fonte:http://www.whydontyoutrythis.com/2013/08/440hz-music-conspiracy-to-detune-good-vibrations-from-natural-432hz.html?m=1